Nossa associada Michele Bitta Alencar Sousa acaba de lançar o primeiro livro escrito por uma defensora pública do Estado de Goiás. Intitulado “As filas d espera no SUS – A judicialização como instrumento de acesso aos serviços de saúde”, a obra traz um novo olhar sobre esta temática tão importante para os cidadãos brasileiros. 

Para Michele, ser a primeira escritora da carreira a lançar um livro é uma honra, mas também uma responsabilidade. Saiba mais na entrevista abaixo: 

Como se sente sendo a primeira Defensora Pública do Estado de Goiás a publicar um livro?

É uma honra ser a primeira defensora pública do Estado de Goiás a publicar um livro, mas também é uma responsabilidade muito grande porque é levar a defensoria para outros horizontes, é levar a visão da defensoria para a academia; é possibilitar que também as nossas teses, nossos objetivos e tudo aquilo que a gente ouve dos nossos assistidos alcance lugares inimagináveis. Isso é algo que um livro como este pode fazer. Espero que este seja o primeiro de muitos e que abra as portas da academia para outros colegas fazerem publicações.

Qual o público alvo deste livro? 

O público alvo são acadêmicos de direito e juristas, como defensores públicos, advogados, juízes. Como o tema é relativamente novo, seu estudo é de suma importância.

Qual a importância desta temática para defensores e defensoras públicas de todo País? 

O tema saúde pública e em especial as filas de espera é objeto de atuação diária nas Defensorias Públicas, pois muitos assistidos nos procuram por não conseguirem acesso aos mais basilares serviços de saúde, como consultas e exames. O livro é um convite a reflexão e traz propostas de mudança.

 

Tem alguma dica de ouro que os colegas de carreira só vão encontrar neste livro????

Acredito que seja um livro inovador que trata a perspectiva da atuação da Defensoria Pública no âmbito da saúde com olhar diferenciado, técnico e sobretudo voltado aos assistidos e cidadãos alijados de acesso à saúde e que podem encontrar na questão da judicialização por meio da Defensoria Pública um alicerce de voz para os excluídos. 

Por Gabriela Dutra, da Comunicação AGDP

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